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Notícias de Tecnologia
Nosso presente é a melhor garantia do futuro

Temos que eliminar os pontos que tanto nos fazem mau

12/12/2014

Presidenta Asindown

Vem se aproximando o final do de 2014, e com isso novos propósitos. Um dos nossos é para o próximo ano, contribuir para um mundo mais justo e igualitário. Por isso nesse Natal decidimos colaborar com ASINDOWN.

Sua presidente, María Del Mar Glacerán, se reuniu conosco para contar qual é o trabalho realizado, e de que maneira podemos ajudar a melhorar a sociedade.

"Antes de qualquer coisa, poderia nos explicar o que é a Síndrome de Down, e como afeta as pessoas? Dá a impressão que ainda temos muitos tópicos para resolver sobre esse assunto...

 A Síndrome de Down é uma deficiência genética que ocorre no cromossomo 21, no lugar de haverem dois, existe um a mais, como dizer que são três. Por essa razão as pessoas com Síndrome de Down (S.D.) têm 47 cromossomos, ao invés de 46. Essas alterações podem levar a patologias associadas, como problemas cardíacos, respiratórios e etc., mas hoje em dia muitas dessas patologias se resolvem quando ainda são jovens, e as restantes pode se controlam muito bem com programas de saúde específicos para pessoas com S.D. Além dos problemas médicos que as pessoas com S.D. podem ter, levam consigo uma capacidade intelectual, que pode variar em relação a outra pessoas; mas que também já está provado que com os recursos necessários, e trabalhando de forma cognitiva, as pessoas com tal deficiência podem ter uma vida normal, trabalhar, ser automono, mas quer dizer que isso sirva para todos os casos. É importante deixar claro que a S.D. não é uma doença. Uma pessoa com S.D. poder ser perfeitamente sã. É como disse, é uma alteração genética que pode ou não levar a patologias associadas."

"De que maneira a ASINDOWN ajuda as pessoas com Síndrome de Down e seus familiares?

ASINDOWN ajuda as pessoas com S.D., e a sés familiares desde o seu nascimento e por toda a sua vida. O que quero dizer: quando a pessoa nasce, damos apoio e assessoria a família, e depois proporcionamos o um programa de estimulação desde o inicio da sua vida até os quatro anos, e logo a Asindown apoiará a família e a criança durante sua vida acadêmica. Uma vez tendo concluído a etapa acadêmica obrigatória, a Asindown oferece cursos para continuar com a formação profissional. Também contamos com programas de autonomia, ócio, vida independente, e para os mais velhos, para que tenham uma “velhice” melhor, sempre contanto com o apoio e assessoramento para toda a família. Em contra partida a Asindown exerce uma força constante frente o poder publico, para melhorar os recursos que precisamos e defendendo nossos direitos, além de fazer campanhas de conscientização social, para que as pessoas com S.D. possam tem uma vida normal, inclusas na sociedade."

"Faz alguns meses que é presidente da Asindown, e também é uma das primeiras pessoas com Síndrome de Down, que “ostenta” um cargo de responsabilidade em uma organização deste tipo; como vê isso”?

Vejo como um objetivo muito importante, visto que é um cargo de muita responsabilidade. Sinto-me orgulhosa, pois represento um conjunto de pessoas que me incluo, mesmo que muitas vezes venha uma responsabilidade grande, sei que não estou só. Tem uma grande equipe comigo, que crê em mim e me apoia. Eu colocarei todas as minhas forças e vontade de aprender, pois não quero decepcionar a essa gente que confiou em mim, meus companheiros e as pessoas com S.D."

“Este ano estão em um bom momento: é a comemoração do 25º aniversário da associação”. Contem-nos quais os objetivos que tem planejado para o futuro.

Os objetivos que nos propusemos de cara para o futuro são seguir trabalhando e ir alcançando maiores metas para a normalização de nossas vidas, ter as mesmas oportunidades de qualquer cidadão, parta poder gozar da vida nesta sociedade que deve e tem de aceitar as diferenças. Todos somos diferentes entre si, mas temos os mesmo direitos.”

“Existe ainda uma rejeição social, ou pouco a pouco estão eliminando as barreiras?”

Pouco a Pouco, muito lentamente, se eliminam as barreiras, sobre tudo as mentas, que custam demais. No mais ainda existe uma rejeição social em algumas ocasiões, as pessoas com deficiências vivem situações difíceis e humilhantes. Existe muita ignorância e falta de conhecimento, isso faz com que na maioria das vezes as pessoas não saibam como se relacionar conosco; pois nos julgam sem nos conhecer, mas quando realmente nos conhecem, se dão conta de que não somos tão diferentes assim, e que existe mais capacidade do que deficiência. Realmente se conhece uma pessoa quando se convive não se deve julgar sem conhecer. Temos que eliminar os pontos que tanto mau nos fizeram.”

“Conseguir a plena integração de todas as pessoas com Síndrome de Down é uma questão para todos... De que maneira podemos colaborar?

Conhecendo-nos, convivendo, sabendo quais realmente são os nossos problemas e abrindo seus corações para a diversidade, pois nos enriquece e beneficia a todos, direcionando a todos a uma sociedade mais justa e humana.”

“Neste Natal a Edicom está recolhendo mensagens de esperança, para conseguir um mundo mais justo e igualitário. Qual seria o seu?

Se me ajudar, der a mão, para irmos juntos pelo mesmo caminho, é certo que chegarei, e posso assegurar que te surpreenderei e serei um bom companheiro de viagem.”

Se você quer compartilhar conosco sua mensagem de esperança para 2015, faça um clique aqui. Um mundo mais justo é possível

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