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EDI Academy - Uma linguagem para unir toda à Cadeia de Suprimentos

02/02/2016


O uso do intercâmbio eletrônico de dados (EDI) está ligado ao uso da linguagem padrão. Sem um formato comum, as mensagens compartilhadas telematicamente seriam incompreensíveis para seus receptores na maioria dos casos. Vejamos um exemplo: se duas pessoas que falam inglês tem uma conversação em sua língua própria, a comunicação flui. Por outro lado, se uma fala espanhol e a outra russo, o diálogo e compreensão é impossível.

Algo parecido ocorre com o EDI. Tal e como vimos na primeira edição do EDI Academy, no inicio, a multiplicidade de formatos e sistemas dificultava enormemente as comunicações entre os partners. Daí, que já na década de 60 o setor automobilístico americano decidiu buscar um padrão. Desde então, iniciou-se um trabalho na criação de numerosas linguagens comuns, tanto genéricas como desenhadas especialmente para indústrias concretas.

Porém, quais dados trazem os padrões? Por um lado, descrevem de forma estruturada o tipo de mensagem (fatura, aviso de expedição, ordem de compra, etc.) e, por outro, o formato que se utiliza (mês-dia-ano, decimal, etc.). Assim, fica garantida a compreensão dos documentos, independentemente da localização de seus interlocutores ou do setor de atividade da empresa.

Quais são os padrões mais utilizados?

  • ANSI ASC X12. Foi criado em 1979 pelo Instituto Americano de Normatização (ANSI) sendo considerado, o primeiro padrão EDI. Calcula-se que atualmente,  o utilizam mais 300.000 empresas em todo o mundo, ainda que seu uso esteja  especialmente estendido nos Estados Unidos.
  • UN / EDIFACT. Surgiu nos anos 80, graças ao trabalho de um grupo das Nações Unidas conhecido como Working Party 4. É um padrão internacional, multipaís e multi-indústria, utilizado amplamente na Europa e América Latina, devido a sua rápida adoção.
  • No final da década de 80, a Assembleia Geral EAN criou este padrão para o setor varejista. Não obstante, com o passar dos anos, seu uso se generalizou a outras indústrias como a da saúde ou da construção. Na atualidade, o padrão depende da GS1 e atua como um subconjunto da UN/EDIFACT.
  • UBL (Universal Business Language). Esta norma nasceu em 1998 por meio de Charles Hoffman, um expert em contabilidade e auditoria. Baseia-se na linguagem XML e foi concebida especificamente para o setor financeiro. Em sua Estratégia 2020, a União Europeia designou UBL 2.1 como um padrão de referência na contratação pública.
  • Esta linguagem, desenvolvido pela associação europeia que leva o mesmo nome, foi criado para a indústria automobilística. Neste setor, o EDI é uma tecnologia imprescindível e totalmente assentada, já que do contrário não seriam possíveis sistemas de trabalho como o Just in Time. Atualmente, a organização trabalha no protocolo de comunicações OFTP2, no qual participa a EDICOM.
  • Como o UBL, é um padrão baseado na linguagem XML e está gestionado pela GS1. Nasceu nos Estados Unidos e é ali onde tem maior presença, entendendo-se a outras partes do mundo. Os setores das telecomunicações e a logística são os que mais o empregam.

Estes são só alguns dos padrões EDI mais empregados. Por outro lado, a massificação desta tecnologia está permitindo o desenvolvimento de novas linguagens que se adaptam as particularidades de cada empresa. Em um mundo cada vez mais globalizado, o uso destas normas comuns é fundamental para que se produza uma comunicação fluida. Uma linguagem que nasce para uni-los a todos, para garantir a interoperabilidade e facilitar os negócios.

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