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“As empresas brasileiras necessitam uma mudança de mentalidade para obter vantagens por meio do EDI”

13/06/2016



O Intercâmbio Eletrônico de Dados, ou EDI por suas siglas em inglês, está cada vez mais estendido em todo o mundo. Atualmente, as empresas de qualquer setor estão buscando a implementação desta esta tecnologia. Por outro lado, no Brasil as taxas de adoção, todavia beiram 5%, sendo então, uma das taxas mais baixas em comparação com outras regiões americanas e europeias. “O problema é que, ainda tendo iniciado sua aplicação e utilização nos anos 70 ou 80, muitas empresas brasileiras ainda não vem esta tecnologia como uma ferramenta chave, mas sim, como uma ferramenta geradora de despesas obrigatória”, explica o diretor comercial de EDICOM, William Pascheti.

A maior parte das companhias do Brasil que se somam a este sistema, o fazem por mandato de seus partners comerciais concentradores (HUBS). Em um país onde a penetração da fatura eletrônica (NF-e) é quase de 100%, muitas grandes multinacionais exigem a seus interlocutores empregarem o EDI para gestionar as faturas de um modo mais seguro. Isto provoca que em 90% das empresas brasileiras que utilizam esta tecnologia o façam unicamente para as mensagens de fatura.

“O fato de que os negócios se limitem a usar o EDI para o mais básico, à transmissão de pedidos de compra e faturas, faz com que a maioria perceba o salto tecnológico como um simples gerador de custos”, comenta William Pascheti. O diretor comercial da EDICOM no Brasil também aclara que, na atualidade, já não existem dificuldades técnicas para implantar este sistema. Tal e como ele afirma “o principal obstáculo é a aversão ao progresso. As empresas brasileiras necessitam uma mudança de mentalidade para obter vantagens do EDI”.

Como pode ajudar o EDI aos negócios?

Mais além da fatura eletrônica, o EDI é uma ferramenta idônea para otimizar o processo de gestão logística, fiscal e operacional das empresas. Falamos de avisos de expedição, pedidos, inventários e, em definitiva, qualquer documento que as companhias necessitem compartilhar com seus partners. Através desta tecnologia a comunicação se produz de forma fluida, confidencial, segura, automatizada e sem barreiras. Em outras palavras, que graças à padronização, é possível realizar transações eletrônicas com interlocutores localizados em outros países, que trabalhem em outros setores e inclusive àqueles que tenham capacidades tecnológicas mais limitadas.

Além dessa funcionalidade, as empresas devem ter em conta que com o EDI, todas as atividades passam a ser eletrônicas. Com isto, há a diminuição de custos em papel e em infraestrutura, além de propiciar a criação de processos mais efetivos. Por um lado, porque as tarefas se simplificam ou são automatizadas. Por outro, porque é possível dispor de mais informação (há rastreabilidade durante todos os processos) e melhores procedimentos de analise das mesmas.

“As empresas não são conscientes do dinheiro que perdem nas atividades do macroprocesso de gestão de abastecimento, planta e de distribuição”, afirma William Pascheti. Uma perda econômica que as soluções EDI podem resolver graças a tecnologia.

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