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EDI Academy – A interoperabilidade global

20/07/2016

Na era da globalização, os negócios não podem ter fronteiras. As comunicações entre empresas já não podem limitar-se a um setor, a uma tipologia de companhia nem a um país concreto. Atualmente, é imprescindível estar conectado com qualquer partner sem importar quais sejam suas características. Por isso, nesta nova entrega da serie EDI Academy vamos apresentar a interoperabilidade global.

Quando mencionamos a palavra “interoperabilidade” nos referimos a capacidade para estabelecer comunicações eletrônicas fluidas entre empresas, ainda que não compartilhem um mesmo software ou padrão. Em outras palavras, se trata de que as aplicações tecnológicas que utilizam uns e outros funcionem entre si como se fossem uma só.

 

Por que é necessária a interoperabilidade?

A interoperabilidade permite que a comunicação se desenvolva de uma forma eficaz com todos os interlocutores. Graças a ele, é possível transmitir a informação em tempo real, garantir as medidas de segurança oportunas e, o mais importante, automatizar todo o processo.

Tal e como sinalizamos ao largo desta serie, o EDI é um sistema que facilita em boa parte a interoperabilidade, devido ao uso de padrões internacionais. Por outro lado, atualmente, ainda não existe um padrão global que seja capaz de compreender automaticamente todas as soluções tecnológicas, sendo este um grande desafio para o mundo dos negócios.

 

Como é concretizada a interoperabilidade?

Obviamente, a criação de um padrão comum facilitaria enormemente a interoperabilidade em todo o mundo. De fato, muitas regiões já trabalham com base nesta concepção. É o caso, por exemplo, da União Europeia que vai implementar um padrão de fatura eletrônica interoperável para todos os Estados membros.

Não obstante, essa é uma solução a largo prazo, existindo outras alternativas para conseguir que as comunicações sejam fluidas entre empresas desde já. Neste sentido, a equipe de EDICOM atua em três frentes distintos:

  • EBIMAP. Trata-se de um tradutor de estrutural de dados multiformato, que se encarrega de converter a informação ao padrão aceito pelo ERP ou Sistema de Gestão interno. Isto implica que ainda que as mensagens EDI sejam criadas em um formato determinado, quando chegam ao receptor se adaptam automaticamente ao formato requerido por seu sistema. O mesmo ocorre no processo inverso.
  • Acordos de interoperabilidade. Atualmente as redes de valor agregado (VAN) são o principal sistema de comunicações EDI, porém para que funcione é necessário que o emissor e o receptor sejam usuários da mesma VAN. Para evitar este problema, EDICOM assina acordos de interoperabilidade com as principais VANs do mundo. Logo, as empresas que formam parte da EDICOMNet podem comunicar-se com qualquer partner, ainda que o mesmo não forme parte da mesma rede.
  • HUB de Administrações Públicas. As Administrações Públicas de múltiplos países estão implementando iniciativas de cumprimento fiscal paperless. Agora as empresas devem ser capazes de conectar seus sistemas com os dos diferentes organismos. Por isso, EDICOM criou este HUB que garante a conectividade com qualquer entidade pública local, regional, nacional e internacional.

Quer saber mais sobre o intercâmbio eletrônico de dados? Consulte todas as newsletters da série EDI Academy.

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