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Como podem cumprir os TIER com as práticas MMOG/LE

19/05/2017

MMOG

Em uma indústria como a automobilística, marcada pelo just-in-time, a eficiência e o controle da cadeia de fornecimento se converte em um objetivo prioritário. Por conta disso, cada vez mais marcas exigem de seus fornecedores o cumprimento das práticas MMOG/LE (Materials Management Operations Guidelines/Logistics Evaluation). Entretanto, no Brasil, muitos TIER não sabem ainda como atenderem a essa demanda de seus clientes.

O que é o MMOG/LE?

MMOG/LE é um conjunto de boas práticas definido pela ODETTE e AIAG, os dois organismos normativos mais importantes do setor de automação, que tem como objetivo melhorar o rendimento dos processos de fabricação, compra e logística para reduzir custos econômicos.

Se trata de uma ferramenta de autoavaliação que permite aos TIER conhecerem suas debilidades e melhorá-las. No total, audita 206 critérios logísticos relacionados com a organização do trabalho, a interface com o fornecedor e o cliente, a capacidade de produção e outras áreas.

Segundo a pontuação obtida nessas práticas, o TIER se classifica como nível A (quando está próximo da classe mundial), nível B (se é deficiente em 2 ou mais critérios), ou nível C (quando é deficiente em 1 ou mais aspectos críticos de alto impacto.

Renault, Ford, Peugeot e Volvo são algumas das grandes marcas da automação que já exigem de seus fornecedores do Brasil o cumprimento das práticas MMOG/LE para garantir tempos de produção curtos e entregas mais precisas.

As soluções para cumprir com o MMOG/LE

Superar com êxito as avaliações MMOG/LE requer uma comunicaç4ao fluída entre os partners e um intercâmbio de grandes volumes de dados em tempo real (desde ficheiros CAD até mensagens comerciais). Nesse sentido, o EDI se apresenta como uma solução imprescindível para as empresas do setor. Não é casualidade que esta tecnologia tenha nascido ligada à indústria automobilística já nos anos 70.

Hoje em dia, a comunicação entre as grandes marcas e seus TIER 1 se realizam em sua maioria de forma eletrônica através do EDI. Não obstante, no caso de fornecedores de nível inferior, que também devem cumprir com as práticas MMOG/LE, esta ferramenta não está tão difundida no Brasil.

A médio prazo, o objetivo é que o EDI acabe se massificando entre todos os partners da cadeia de fornecimento, independentemente de seu tamanho. De fato, a versão mais recente dessa auditoria, conhecida como Global MMOG/Lev4, já planteia ampliar o intercâmbio eletrônico de dados aos fornecedores menores.

Ainda assim, para o momento, os fabricantes que exigem de seus fornecedores sem EDI a avaliação MMOG/LE podem recorrer a estas soluções que otimiza a comunicação logística:

  • Business@Mail: É uma plataforma desenhada pela EDICOM que se integra com a solução EDI do fabricante. Cada vez que esse cria um documento (notas fiscais, ordens, PDF, etc.) dirigido a um fornecedor sem EDI, se publica automaticamente em um portal web seguro.

O TIER recebe um aviso e pode acessar a informação no BUSSINES@MAIL mediante um usuário e senha. Dessa forma, se garante a confidencialidade dos dados, o fabricante tem a rastreabilidade do processo e não é necessário duplicar o trabalho recorrendo a outros métodos paralelos com o e-mail. Isso faz a comunicação ser mais eficiente para ambos.

  • Partner Web Portal: O envio da informação por parte dos fornecedores sem EDI chega por diferentes meios: E-mail, faz, papel... Isso impede os fabricantes de automatizar a integração das mensagens com o ERP e exige um maior tempo de gestão.

Partner Web Portal é uma solução a qual podem se conectar de forma segura os TIER sem EDI, para enviar as programações de entrega, os avisos de expedição ou outras transações básicas. A plataforma atua como uma solução EDI que integra automaticamente essas mensagens no ERP do fabricante.

As vantagens do MMOG/LE

Aindque que a implementação das práticas MMOG/LE requeira uma inversão inicial por parte de fabricantes e fornecedores, está comprovado que também traz importantes melhoras logísticas. De fato, a otimização se incrementa anualmente, incluso depois de mais de 3 anos.

Entre as principais vantagens, destacam-se a redução do stock, a redução de custos econômicos e uma maior precisão na entrega de mercadorias.

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